(Source: stewarter)

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(Source: dancesamdance)

Então, então você acha que consegue distinguir o Paraíso do Inferno? Céus azuis da dor. Você consegue distinguir um campo verde de um frio trilho de aço? Um sorriso de um máscara? Você acha que consegue distinguir? Fizeram você trocar seus heróis por fantasmas? Cinzas quentes por árvores? Ar quente por uma brisa fria? O conforto do frio pela mudança? Você trocou um papel de figurante numa guerra, por um papel principal numa cela? Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui. Somos apenas duas almas perdidas nadando num aquário. Ano após ano, correndo sobre o mesmo velho chão. O que encontramos? Os mesmos velhos medos. Queria que você estivesse aqui.

Anonymous said: voceeeeeeee é muito liiiiindaaa

 obg 

"Você é minha sem ser, assim como a tristeza pertence aos olhos, assim como o ar pertence aos pulmões. Mesmo estando em outros braços, você é minha. A poesia da tua alma recita e excita o meu corpo, que se descontrola no teu compasso, no ritmo dos teus pensamentos loucos. A cada batida do teu peito eu ouço o meu amor berrar por te sentir viva, porém distante. E mais distante, cada vez mais. A cada batida, meus dedos atrofiam por te sentir viva e por não tocar-te mais a pele, não tocar-te mais os lábios e os cabelos. O meu corpo todo padece com tua lembrança, e você ainda me falta nas mãos, nos olhos e n’alma. Você me falta em cada pormenor. Em cada hora e minuto, em cada manhã, em cada pôr de sol. Você me falta e até os astros sabem disso. Você me falta e a falta que me faz é maior que tudo, que tudo…
DESAFAGOS."

Por que o céu tem de ser azul? Por que não podia ser verde, roxo, amarelo, ou qualquer uma dessas cores que tu detestava? Por que diabos justo azul, que é tua cor favorita 

O universo anda conspirando para não me deixar te esquecer. Não teria como esquecer ao olhar o céu e lembrar dos teus olhos mais límpidos que qualquer água cristalina. Teus olhos foram feitos da exata matéria do céu. 

A esclera da cor dessas nuvens cor-de-algodão que se espalham por aí. Agora, nesse momento, já não parece mais teus olhos. O cinza-nublado tomou conta de tudo. Cinza era a cor do teu casaco que servia direitinho em mim. Direitinho não, porque eu acabava perdida dentro dele. Era ele que me aquecia, quando você não estava por perto. Deixava ele guardado na gaveta, lembra? Mas olha, começou a chover. Droga! Por que justo agora? Chuva também me lembra você. Igual no dia que a gente se conheceu, quando eu estava toda molhada na volta para casa e você me ofereceu seu guarda-chuva. Quem nesse mundo ainda se sacrifica para ajudar um estranho? Não, não fale. Eu respondo: você. Você que atravessou a rua, em meio aos carros, para ajudar uma louca que nem sabia o nome, com a desculpa de que ela poderia pegar um resfriado. Ela, no caso, era eu. Percebeu a coincidência? Tudo no céu me faz lembrar você. O céu era nossa conexão, que, imensa como ele, não permitia nos desunir. E agora, há exatamente um mês, o céu se fez presente em mais um capítulo da nossa história. Agora, infelizmente, no último capítulo. A última página de uma história que achei que serei infinita, ou, pelo menos, com um final feliz. Ele estava ali, acima das nossas cabeças, no dia em que você decidiu partir. Para selar nossa ruína, decidiu desabar também. Começou a chover, fazendo com que minhas lágrimas se misturassem aos pingos que caíam celebrando nossa, finalmente, desunião. esta chovendo dentro dela.